Estava no inédito trecho Taubaté -> São Paulo, hoje, por volta das 18h.
Era um onibus de viagem, certo? Certo!
Estava um calor infernal, certo? Certo!
Um ar condicionado cairia bem, durante um calor infernal, certo? ERRADO!
Não, caro leitor, não.
Vocês não imaginam o desespero que minha viagem se transformou.
No começo, eu, um amante das temperaturas baixas, achando tudo uma grande maravilha, não liguei para os 13ºC que fazia dentro do onibus.
Foi um pequeno choque térmico na entrada, nada que me paralisasse pra sempre. Mas continuei minha viagem feliz, sentado ao lado de um homem que se revelou MUITO estranho, mas isso rende um outro post.
Na altura de Arujá, chuva na rodovia.
Meus braços, após 2h do mais puro ar polar, começava a reclamar.
Minha cabeça pulsava, era um pandemônio.
Fui valente, resisti mais 1h. MENTIRA!
Fui no mesmo momento lá, falar com o Claudinei. (Claudinei é o nome genérico para Motorista de Onibus.)
Num momento super desagradável, ele me disse que não poderia abaixar a temperatura, já que o aparelho era automatico. Argumentei, claro. Perguntei se não tinha um jeito e ele, num acesso de fúria, desligou o ar.
Trinta e sete segundos depois, ele religou o ar.
Eu dormi, pra não dizer que fiquei extremamente puto e quase destrui o onibus com um taco de golf.
Acordei na Rodoviária, com a maior das dores de cabeça que essa sociedade capitalista já viu.
Eu mereço.
Era um onibus de viagem, certo? Certo!
Estava um calor infernal, certo? Certo!
Um ar condicionado cairia bem, durante um calor infernal, certo? ERRADO!
Não, caro leitor, não.
Vocês não imaginam o desespero que minha viagem se transformou.
No começo, eu, um amante das temperaturas baixas, achando tudo uma grande maravilha, não liguei para os 13ºC que fazia dentro do onibus.
Foi um pequeno choque térmico na entrada, nada que me paralisasse pra sempre. Mas continuei minha viagem feliz, sentado ao lado de um homem que se revelou MUITO estranho, mas isso rende um outro post.
Na altura de Arujá, chuva na rodovia.
Meus braços, após 2h do mais puro ar polar, começava a reclamar.
Minha cabeça pulsava, era um pandemônio.
Fui valente, resisti mais 1h. MENTIRA!
Fui no mesmo momento lá, falar com o Claudinei. (Claudinei é o nome genérico para Motorista de Onibus.)
Num momento super desagradável, ele me disse que não poderia abaixar a temperatura, já que o aparelho era automatico. Argumentei, claro. Perguntei se não tinha um jeito e ele, num acesso de fúria, desligou o ar.
Trinta e sete segundos depois, ele religou o ar.
Eu dormi, pra não dizer que fiquei extremamente puto e quase destrui o onibus com um taco de golf.
Acordei na Rodoviária, com a maior das dores de cabeça que essa sociedade capitalista já viu.
Eu mereço.
O drama do Ar Condicionado.